Confesso que nunca fui uma “fã” de Celine Dion, conheço algumas músicas gosto da voz, mas não é meu estilo musical.

Lembro de uma vez ter lido sobre o relacionamento dele com o marido, muito mais velho e empresário dela. Na época pensei nossa que mulher decidida, me impressionei.

Desde que começou a se falar sobre sua doença, fiquei mais atento. Não porque gosto de desgraça, mas por ser raro e nunca tinha ouvido falar. Essa síndrome da Pessoa Rígida , é uma doença neuromuscular extremamente rara.

Você pode imaginar começar a sentir sintomas diversos e levar 17 anos para serem reportados? Entre naquela categoria de desespero, será que estou doente mesmo? será que é físico ou psicológico?

Bem, não tenho conhecimento técnico para falar da síndrome, mas sei o que é viver com limitações adquiridas.

Fiquei impressionada com a resiliência dela, de sua atuação em busca de qualidade de vida. No caso dela voltar a cantar, pois para ela é como respirar. A música é uma parte fundamental da sua vida.  Claro que ela está lutando, para voltar a ter autonomia.

Esse documentário é tão cru, tão real que não tem como não se emocionar. Ele se desnudou, o que nunca é fácil.

Permitiu que filmassem e usassem um episódio de crise, eu que já tive tantas fiquei chocada e quando percebi que lagrimas escorriam pelo meu rosto. E assim que se recupera ela canta, é lindo.

A dor, o sofrimento, a tristeza não são bonitos, mas foi quase uma aula de como lidar com as diversidades da vida.

Num determinado momento ela fala, se eu não conseguir correr eu ando, se não andar, engatinho.

 


Eu recomendo assistir com um lenço por perto.

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